Entrevistas

Entrevista com Hugo Bernardo, Country Manager da Eventbrite

13/11/2015

Este mês a Pluga participou do CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo, que ocorreu em SP. Encontramos muita gente boa e aprendemos bastante em palestras de empreendedores como Jason Lucash, fundador da OrigAudio e participante do Shark Tank, e Morten Primdahl, co-fundador e CTO do Zendesk.

Aproveitamos também para dar um pulo no novo escritório da Eventbrite no Brasil e conhecer o Hugo Bernardo, que é o country manager da maior plataforma de eventos online do mundo.

Para quem não conhece, a Eventbrite permite à qualquer pessoa criar eventos, compartilhar em redes sociais e receber pagamentos online. A empresa foi criada em 2007 e já captou mais de US$ 180M de fundos como Tiger e Sequoia.

Escritório da Eventbrite Brasil - Pluga

Hugo apresentando as novidades na festa de lançamento da Eventbrite no Brasil.

O Hugo entrou na Eventbrite em 2014 e atualmente lidera a empresa no Brasil. Conversamos um pouco sobre a sua trajetória empreendedora, a compra da Eventioz na América Latina, cultura, relacionamento com o cliente e Startup Chile.

Um pouquinho do que conversamos:

YanHugo, além disso tudo você ainda tira um tempo para contribuir como jurado no Startup Chile. Para quem não sabe o Startup Chile é o programa de subvenção de governo chileno para inovação. Muitas startups já passaram por lá e hoje o Chile é uma referência internacional em inovação e tecnologia. Queria que você falasse um pouco sobre os aspectos mais importantes que você analisa em uma startup.

Hugo Bernardo: O Startup Chile é uma iniciativa fantástica pela visão que tiveram, principalmente de longo prazo. Eles não tentaram virar um Vale do Silício em dois anos, que é obviamente impossível. Eles apostaram no longo prazo há uns cinco anos atrás e conseguiram colocar o Chile no mapa quando em 2008-2009 ninguém pensaria em criar uma startup em Santiago.

Tem duas coisas que olho em uma empresa, e se não tem, provavelmente a empresa não tem futuro. Primeiro é o time, mas mais do que a qualidade do time, é ter gente diferente com diferente capacidades e experiências. Em geral um bom time tem alguém de produto, alguém de engenharia e alguém de distribuição/ vendas.

E o segundo ponto que olho é a distribuição e vendas, porque em geral é onde a maioria das startups falha. Muitas pessoas começam uma empresa pela paixão pelo produto e pelo mercado. Hoje você consegue relativamente fácil desenvolver um produto de muito boa qualidade, mas aí você tem um belo produto apenas para você e a sua família. Próximo passo é pensar como você consegue acessar outros clientes, com estratégias de distribuição no B2C e no caso vendas mais B2B. Surpreendentemente a maioria dos times não pensa nisso quando começa uma empresa.

Curtiu o papo? Então dê uma olhada na entrevista que fizemos com Marcelo Salim, empreendedor do ano Endeavor (2001).

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