Resposta rápida
Pensado para times técnicos com habilidade para hospedar a própria infraestrutura e fazer manutenção constante. Entrega controle total sobre código e dados, com custo previsível por execução de workflow.
Para times menos técnicos: cria automações de forma visual num editor drag and drop. Fica poderoso para quem dedica tempo a rotas, iteradores e tratamento de erros — mas a cobrança por crédito pode encarecer fluxos complexos.
Dica: simule quantas execuções ou créditos o seu time consumiria por mês — essa é a variável que mais pesa no custo final entre as duas plataformas.
Qual a diferença entre Make e n8n?
Confira os 13 critérios comparando as ferramentas lado a lado.
| Critério | n8n | Make |
|---|---|---|
| Modelo de hospedagem | Self-hosted ou Cloud | Somente cloud |
| Plano gratuito | Self-hosted ilimitado | 1.000 créditos/mês (2 cenários) |
| Instalação de servidor | Necessária (self-hosted) | Não (roda em nuvem) |
| Preço inicial pago | €24/mês (cloud Starter) | US$ 9/mês (Core) |
| Modelo de cobrança | Por execução de workflow | Por crédito (cada ação = 1 crédito) |
| Interface visual | Parcial | Interface de blocos |
| Número de integrações | ~400 nativas | +3.000 nativas |
| Interface em português | Apenas inglês | Parcial (materiais BR disponíveis) |
| Suporte em português | Comunidade (inglês) | Inglês |
| Ferramentas nativas BR | Limitadas | Moderada (apenas as grandes) |
| Curva de aprendizado | Alta | Média |
| Customização com código | JavaScript nativo | Limitada |
| Open-source | Sim (Community Edition) | Não |
Você não é desenvolvedor e suas ferramentas são brasileiras? Talvez nenhuma das duas seja a melhor opção.
Conheça a PlugaO que são n8n e Make?
n8n e Make (antigo Integromat) são plataformas de integração de ferramentas com semelhanças e diferenças entre si. Com a n8n é possível usar tanto no modelo open-source quanto na nuvem; no Make, toda a utilização é feita apenas na nuvem.
Ps.: isso não significa que o Make é pior que a n8n. Apenas estratégias diferentes voltadas para públicos distintos.
Explicando os critérios mais técnicos
Não entendeu os conceitos? A Pluga descomplica para você:
n8n e Make são plataformas de automação de workflows genéricos, voltadas para o mercado global. Uma alternativa é a Pluga, uma plataforma de integração focada no ecossistema brasileiro — de integrações básicas ao caso de uso mais avançado, com suporte em português e valores em reais.
Conhecer a Pluga →Pontos fortes e limitações de n8n e Make
Pontos fortes
- +Execuções gratuitas e ilimitadas no self-hosted.
- +Open-source com total controle de dados e código.
- +Cobrança previsível por fluxo rodado, não por etapa.
Limitações
- −Exige servidor próprio, Docker e manutenção técnica.
- −Versão Cloud cara e sem plano gratuito (desde €24/mês).
- −Quase não possui integrações nativas com apps brasileiros.
Pontos fortes
- +Interface visual intuitiva (excelente para não-técnicos).
- +Mais de 3.000 integrações (incluindo grandes sistemas BR).
- +Plano pago inicial muito acessível (US$ 9/mês).
Limitações
- −Cobrança por ação/etapa que gasta créditos muito rápido.
- −Fluxos complexos encarecem a fatura facilmente.
- −Sem opção de instalação em servidor próprio (apenas nuvem).
Quando usar cada um
Use n8n quando…
- •Há um desenvolvedor para configurar e manter o servidor.
- •Volume de automações é alto e o custo precisa ser previsível.
- •Privacidade de dados exige infraestrutura própria.
- •Os fluxos exigem lógica complexa com código JavaScript.
Use Make quando…
- •O time não tem perfil técnico e precisa começar rápido.
- •A interface visual facilita a revisão com outras áreas.
- •O volume mensal de créditos é previsível e controlável.
- •Não há interesse em gerenciar infraestrutura.
Use outra alternativa quando…
- •Você não é desenvolvedor e precisa de suporte em português.
- •Suas ferramentas são brasileiras (Conta Azul, RD Station, PipeRun, PagSeguro…).
- •Você quer cobrança em reais e plano gratuito sem limite de tempo.
- •Não quer se preocupar com servidores nem tem DevOps interno.