Resposta rápida
Ideal para começar rápido: tem o maior catálogo de integrações e conta com filtros e formatters que não consomem tarefas.
Para visualizar o fluxo completo: plano de entrada mais barato — mas o crédito multiplica rápido em fluxos com loops.
Dica: se seus fluxos são curtos e sem loops, o custo tende a ficar parecido. São os iteradores que fazem a conta do Make disparar.
Zapier vs Make: tabela comparativa
Confira os 10 critérios comparando as ferramentas lado a lado.
| Critério | Zapier | Make |
|---|---|---|
| Modelo de hospedagem | Somente cloud | Somente cloud |
| Plano gratuito | 100 tarefas/mês | 1.000 créditos/mês |
| Plano pago inicial | US$ 19,99/mês (anual) | US$ 9/mês (anual) |
| Modelo de cobrança | Por tarefa (cada ação) | Por crédito (cada módulo) |
| Número de integrações | +9.000 nativas | +3.000 nativas |
| Interface em português | Apenas inglês | Parcial (materiais BR) |
| Suporte em português | Inglês | Inglês |
| Integrações nativas BR | Sim | Sim |
| Curva de aprendizado | Baixa | Média |
| Open-source | Não | Não |
Você não é desenvolvedor e suas ferramentas são brasileiras? Talvez nenhuma das duas seja a melhor opção.
Conheça a PlugaO que são Zapier e Make?
Zapier e Make (antigo Integromat) são plataformas que permitem a automação de processos e tarefas manuais com pouco ou nenhum código. Enquanto uma foca em uma interface mais intuitiva na construção de fluxos de automação, a outra facilita a visualização de fluxos completos com o seu construtor. Mas as diferenças entre as duas vão além da maneira como as integrações são feitas.
Zapier e Make são plataformas de automação voltadas para o mercado global, portanto seu formato de cobrança é em dólar. Se a sua realidade não suporta gastos em dólar e surpresas no consumo de créditos, uma alternativa é a Pluga: uma plataforma de integração focada no ecossistema brasileiro, com soluções robustas que vão desde a integração mais básica até o caso de uso mais avançado, com suporte em português e valores em reais.
Conhecer a Pluga →Pontos fortes e limitações de Zapier e Make
Pontos fortes
- +Mais de 9.000 integrações.
- +Interface mais simples e direta para automações lineares.
- +Filtros e formatters não consomem tarefas.
Limitações
- −Plano gratuito muito restrito (100 tarefas, apenas 2 etapas).
- −Customização técnica limitada.
- −Interface e suporte apenas em inglês.
Pontos fortes
- +Interface visual de blocos.
- +Plano gratuito mais generoso (1.000 créditos).
- +Histórico de execução detalhado.
Limitações
- −Loops e iteradores podem consumir créditos muito rapidamente.
- −Interface principal em inglês (suporte e documentação).
- −Sem versão self-hosted.
Quando usar cada um
Use Zapier quando…
- •Precisa de automações diretas com muitas integrações disponíveis.
- •Os fluxos têm lógica condicional (filtros) que não consomem tarefas.
- •O catálogo de 9.000+ integrações é necessário.
Use Make quando…
- •Os fluxos são visualmente complexos e precisam ser mapeados claramente.
- •O plano gratuito suporta a quantidade de créditos que pretende utilizar.
- •O volume de créditos é previsível (sem muitos loops ou iteradores).
Use outra alternativa quando…
- •Seu time não é técnico e precisa de suporte em português.
- •Suas ferramentas são brasileiras (Conta Azul, RD Station, PipeRun, PagSeguro…).
- •Você quer cobrança em reais e plano gratuito sem limite de tempo.